Hoje eu vou contrariar Dale Carnegie, que disse "não critique, não condene, não se queixe". Vou fazer um pouco de tudo isso eu acho. E a questão é que as vezes certas coisas me irritam, e quando elas me irritam e afloram até certo patamar, me sinto na obrigação de escrever.
É ridículo saber que a grande maioria das pessoas ao meu redor encara tudo de uma forma simplista que chega a ser doentia. Sempre vivendo em "padrões sociais", seguindo uma linha reta que só vai até onde outros já foram, pior que isso, se contentam com um "saber" que não chega nem a ser razoável. Me perdoem a arrogância, mas é verdade.
Não acredita? Então pare, olhe e escute ao seu redor. Olhe pra si mesmo diante do espelho. Pense e reflita acerca de quem você é, quem você quer ser, e quem você pode ser.
Talvez esteja perdendo tempo escrevendo isso, mas eu estou fazendo isso mesmo assim. carrego traços difíceis de se encontrar hoje em dia: idealismo, romantismo, respeito - a quem é devido - e, acreditem, ainda acho que contos de fadas, Papai Noel, coelhino da Páscoa, e outra série de coisas que a gente escuta quando é criança realmente existem.
É um costume feio, é um costume ruim, aliás, é um costume idiota o que todo mundo tem de colocar sempre a culpa em alguma coisa. Deus, o sistema, a sociedade, e eu pergunto: e nós não temos culpa?
Não podemos mudar o mundo, é verdade, podemos no entanto mudar a maneira de encará-lo. Temos escolhas, todos temos escolha, sempre. Colocar a culpa em outras coisas antes de se olhar no espelho é no mínimo hipócrita. Dizer que não temos escolha, é conversa de perdedor, é conversa de quem não acredita em si mesmo.
Aí vem alguém e pode falar de pressão dos outros. Tolice! Enquanto encararmos a pressão como um inimigo não iremos a lugar nenhum. Transforme a pressão em motivação, pare de se obrigar a fazer tudo certo, e verá que naturalmente as coisas acontecerão da maneira esperada.
Chega! Acho que estou pedindo demais, mas o fato é que não estou, no fundo, pedindo nada. No fundo, eu sei que não posso mudar o mundo, não posso mudar sequer parte dele, mas as causas perdidas sempre me pareceram atraentes.
São quase três da manhã, e enquanto eu escrevo algo que pouca gente vai perder o tempo lendo, os "cidadões-padrão" dormem tranquilamente e pouco se importam com o que digo. Para eles só posso dizer que tenho me olhado no espelho diariamente.
Abraço. Boa leitura.
7 de outubro de 2009
5 de outubro de 2009
Respeito(?)
É incrível como algumas pessoas não se dão conta do que é o verdadeiro respeito, do que é a verdade sobre se ter respeito, se dar ao respeito, ter um senso de ridículo. Pra ser sincero, talvez nem eu mesmo me dê conta disso muitas vezes, mas têm coisas que realmente me irritam, e eu não consigo me conter.
Tocam o Hino Nacional e quando tem alguém cantando em um microfone é possível ouvir o hino, enquanto todo o resto apenas mexe os lábios, mas é vergonhoso ver um auditório inteiro apenas mexendo os lábios quando não há ninguém no microfone, é ridículo, é hipócrita essa atitude, um desrespeito ao que alguns se atrevem a chamar de nação. Mas segue a vida, é o que dizem.
Bobagem, a verdade é que vivemos num mundo hipócrita, e não importa o que façamos não vamos mudar o mundo. Por uma razão simples: o mundo não muda, as pessoas sim. Mas a maior parcela dessas pessoas, simplesmente não quer mudar, não se importa em mudar, preferem que a vida siga em frente.
Me chamem de revoltado, de rebelde, de louco, do que quiserem. Mas não mudo o que eu penso: o mundo é uma grande piada, e no fim não tem a menor graça. E não venham me dizer que cada um dá a graça que quer a sua vida, porque não é assim que funciona. Sou ciente que não posso vencê-los, sejam "eles" quem forem, mas não pensem que vou me juntar a eles. Prefiro continuar sendo uma ovelha negra, prefiro que me olhem torto, que sussurrem palavras ruins sobre mim, mas não vendo minha alma, nem ao diabo e nem à Deus, quem quiser que a conquiste.
Abraço. Boa leitura.
Revisão: só volto a postar aqui quando a revisora desalmada resolver aparecer.
Texto revisado seu revoltado, agora pode voltar a postar! =P
Cláudia Brito.
Tocam o Hino Nacional e quando tem alguém cantando em um microfone é possível ouvir o hino, enquanto todo o resto apenas mexe os lábios, mas é vergonhoso ver um auditório inteiro apenas mexendo os lábios quando não há ninguém no microfone, é ridículo, é hipócrita essa atitude, um desrespeito ao que alguns se atrevem a chamar de nação. Mas segue a vida, é o que dizem.
Bobagem, a verdade é que vivemos num mundo hipócrita, e não importa o que façamos não vamos mudar o mundo. Por uma razão simples: o mundo não muda, as pessoas sim. Mas a maior parcela dessas pessoas, simplesmente não quer mudar, não se importa em mudar, preferem que a vida siga em frente.
Me chamem de revoltado, de rebelde, de louco, do que quiserem. Mas não mudo o que eu penso: o mundo é uma grande piada, e no fim não tem a menor graça. E não venham me dizer que cada um dá a graça que quer a sua vida, porque não é assim que funciona. Sou ciente que não posso vencê-los, sejam "eles" quem forem, mas não pensem que vou me juntar a eles. Prefiro continuar sendo uma ovelha negra, prefiro que me olhem torto, que sussurrem palavras ruins sobre mim, mas não vendo minha alma, nem ao diabo e nem à Deus, quem quiser que a conquiste.
Abraço. Boa leitura.
Revisão: só volto a postar aqui quando a revisora desalmada resolver aparecer.
Texto revisado seu revoltado, agora pode voltar a postar! =P
Cláudia Brito.
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3 de outubro de 2009
O Amor Que Eu Tenho
O Amor Que Eu Tenho
Eu roubei
A lua
Para
Você
Roubou
O amor
Que eu tinha
Te daria mais
Além da lua
As estrelas
o céu
O Sol
E o amor
Que eu tinha
Agora é tarde
Você partiu
Fugiu?
Mentiu?
Não sei
Mas saiu
Ficou o amor
Que eu tenho
E eu chorei
Virei a noite
Depois o dia
E outras noites
E outros dias
Tentando esquecer
Sem precisar
Do amor
Que eu tenho
Na verdade
Não preciso
Que ame
Ou odeie
Que me tenha
Ou me evite
A mão que afaga
É a mão que mata
O amor
Que eu tinha
O amor
Que eu tenho
Não é seu
Me pertence
Acabou?
Tudo bem
Eu já vou
Indo
Vindo
Pra onde?
De onde?
Abraço. Boa leitura.
Eu roubei
A lua
Para
Você
Roubou
O amor
Que eu tinha
Te daria mais
Além da lua
As estrelas
o céu
O Sol
E o amor
Que eu tinha
Agora é tarde
Você partiu
Fugiu?
Mentiu?
Não sei
Mas saiu
Ficou o amor
Que eu tenho
E eu chorei
Virei a noite
Depois o dia
E outras noites
E outros dias
Tentando esquecer
Sem precisar
Do amor
Que eu tenho
Na verdade
Não preciso
Que ame
Ou odeie
Que me tenha
Ou me evite
A mão que afaga
É a mão que mata
O amor
Que eu tinha
O amor
Que eu tenho
Não é seu
Me pertence
Acabou?
Tudo bem
Eu já vou
Indo
Vindo
Pra onde?
De onde?
Abraço. Boa leitura.
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2 de outubro de 2009
Mil Vidas e um Amor
Mil Vidas e um Amor
Passos
Passo
Passa
O tempo
Passatempo
Diversão
Sem sentido
Ecos mudos
Ouçam surdos
Surdos
Surdo
Tambor
Tambores
Rufam sem som
Olhos
Olho
Olha
Chora
Lágrimas
Pranto
Pronto por nada
Coração
Pulsando
Pulando
Batendo
Doendo
Morrendo
De dor sem amor
Sentindo
Sentido
Sentida
Partida
Quebrada
Despedaçada
Sem pedaços
Em mil
Pedaços
Partes
Parte
À parte
Aparte
Fale
Ouça
Veja
Seja
Sinta
Viva
Não
Sem vida
Mas
Cem vidas
Mil vidas
E
Um amor
Abraço. Boa leitura.
Passos
Passo
Passa
O tempo
Passatempo
Diversão
Sem sentido
Ecos mudos
Ouçam surdos
Surdos
Surdo
Tambor
Tambores
Rufam sem som
Olhos
Olho
Olha
Chora
Lágrimas
Pranto
Pronto por nada
Coração
Pulsando
Pulando
Batendo
Doendo
Morrendo
De dor sem amor
Sentindo
Sentido
Sentida
Partida
Quebrada
Despedaçada
Sem pedaços
Em mil
Pedaços
Partes
Parte
À parte
Aparte
Fale
Ouça
Veja
Seja
Sinta
Viva
Não
Sem vida
Mas
Cem vidas
Mil vidas
E
Um amor
Abraço. Boa leitura.
1 de outubro de 2009
Na Janela
Na Janela
Passei a tarde inteira
Na janela
Observando uma cobra
Naja
Nela eu via a dor
Via motivos
Cem motivos
Sem motivos
Pra chorar
Por amor
Meu amor
Não me traga a dor
Pouco importa
O que digam os outros
Se falam de mal
Ou de bem
Não vem
Não tem
chance
Olho pros lados
Pra frente
Pra trás
E tudo
Sua lembrança
Me traz
Então deixa
Deixa eu ir
Procurar uma gueixa
Que não se queixa
Nem se fecha
Mas que não me ama
E então
O que importa
Fechasse a porta
Bateu
Na minha cara
Minha cara
Mas não tem culpo
A culpa
Minha
Sua
Não!
Nossa!
E com ela
Não há quem possa
Abraço. Boa leitura.
Passei a tarde inteira
Na janela
Observando uma cobra
Naja
Nela eu via a dor
Via motivos
Cem motivos
Sem motivos
Pra chorar
Por amor
Meu amor
Não me traga a dor
Pouco importa
O que digam os outros
Se falam de mal
Ou de bem
Não vem
Não tem
chance
Olho pros lados
Pra frente
Pra trás
E tudo
Sua lembrança
Me traz
Então deixa
Deixa eu ir
Procurar uma gueixa
Que não se queixa
Nem se fecha
Mas que não me ama
E então
O que importa
Fechasse a porta
Bateu
Na minha cara
Minha cara
Mas não tem culpo
A culpa
Minha
Sua
Não!
Nossa!
E com ela
Não há quem possa
Abraço. Boa leitura.
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29 de setembro de 2009
Lá Vem o Trem
Lá Vem o Trem
Se há treva
Não se atreva
Pare
Olhe
Escute
Lá vem
O trem
Da vida
Não para
Nem passa
Nem cobra passagem
Só vem
Vindo
Sem parar
E sem chegar
Quem é o maquinista?
Quem é o maquinista?
Onde está o maquinista?
Abraço. Boa leitura.
Se há treva
Não se atreva
Pare
Olhe
Escute
Lá vem
O trem
Da vida
Não para
Nem passa
Nem cobra passagem
Só vem
Vindo
Sem parar
E sem chegar
Quem é o maquinista?
Quem é o maquinista?
Onde está o maquinista?
Abraço. Boa leitura.
28 de setembro de 2009
Do que você gosta?
É caríssimos amigos que perdem seu precioso tempo lendo as palavras desse, muitas vezes cretino, escriba, estou de volta. E bem, a postagem de hoje, é mais uma daquelas que vai terminar num monte de coisas "sempénemcabeça", porque é o produto de retalhos de uma conversa que tive com uma pessoa muito legal há pouco, diga-se de passagem foi com alguém que realmente me surpreendeu pela forma de pensar. Se bem que, de uma certa forma, também faz parte de um pouco do momento em que estou passando, mesmo que a conversa não tenha sido com intenção de falar disso.
"- Do que você gosta?"
É comum perguntarmos isso a alguém quando acabamos de conhecer essa pessoa, música, livros, filmes, comida, e mais um monte de coisas que não preciso enumerar aqui, todo mundo sabe. As respostas, por mais diferentes que possam ser, acabam não seguindo um padrão, afinal cada um com seu gosto, cada um que goste do que te agrade, se bem que não tem como gostar de algo que não nos agrade, não é mesmo? Errado! Às vezes gostamos do que nos convém.
Mas, eu pelo menos paro quando ouço alguém falar que ouve Led Zeppelin. Me perdoem os demais, mas ouvir Led Zeppelin faz de uma pessoa alguém melhor (risos), não posso perder a piada pessoal, eu nunca perco. Se acostumem. Ou não. Se não gostarem da idéia de se acostumar.
Daí, vem alguém e diz que é legal conhecer pessoas que não são normais, mas eu sou "normal" ora essas, pelo menos no meu conceito sou alguém perfeitamente "normal". Bobagem, ser normal é mesmo chato, me lembro da primeira vez que me disseram que eu era misterioso, fiquei me sentindo. No normal não há mistério, não há novidades, é tudo monótono, sempre tudo do mesmo jeito. Mas daí adorar a loucura é um tanto quanto exagerado, mas é bom ser louco de vez em quando.
Mas não dá pra ser louco demais, porque as pessoas pensam diferente dos loucos, fazem julgamentos onde não existe direito de defesa. E é esse o problema: pensar. Nem todo mundo pensa. Sobre coisas básicas (risos), tipo: quem somos? Qual o porquê de tudo que nos cerca? Pensar nisso não é tão simples, gente que pensou nisso ocasionalmente teve três destinos possíveis: enlouqueceu; ficou famoso e recebeu o "título" de filósofo; ou ficou louco e virou filósofo (risos). As pessoas aceitam demais verdades absolutas, e nada é absoluto, creio que tudo é mutável, tudo tem seu tempo.
Mas e limites? É importante ter limites. Mas em que aspecto, particularmente acho que limitar o pensamento - ou um sentimento - nos leva a uma vida comum, e se queremos fugir do comum temos que ser diferentes. Os limites devem ficar para atitudes, atos em si. Cada situação, significados e atitudes diferentes, acho que é por aí. E somos nós, os donos das atitudes que ditamos quais são os limites, sem essa de padrões sociais que a maioria das pessoas segue como uma cartilha de escola que já faliu a muito tempo.
E somos nós os policiais de nós mesmos, estabelecemos os limites, e precisamos nos preocupar em obedecê-los. É quando, muitas vezes, obrigação e necessidade se confundem. É difícil admitir mas chega uma hora que temos a necessidade de estabelecer limites e se torna uma obrigação cumpri-los. Compromisso ou necessidade? Eu acho que é necessidade, o compromisso nos dá uma escolha, podemos desmarcar uma reunião, manter ou não a palavra, acho que parte de cada um, mas quando se é obrigado, não se tem escolha - ou tem, alguém já viu "O Advogado do Diabo"?
Se alguém conseguir tirar algum proveito disso tudo, eu vou começar a acreditar que estou ficando bom nisso de escrever.
Abraço. Boa leitura.
Texto revisado pela sempre furona e sem tempo: Cláudia Brito.
e para efeito de comentário... o texto sempénemcabeça ficou ótimo, uma outra conversa de botas batidas... com um outro personagem :)
"- Do que você gosta?"
É comum perguntarmos isso a alguém quando acabamos de conhecer essa pessoa, música, livros, filmes, comida, e mais um monte de coisas que não preciso enumerar aqui, todo mundo sabe. As respostas, por mais diferentes que possam ser, acabam não seguindo um padrão, afinal cada um com seu gosto, cada um que goste do que te agrade, se bem que não tem como gostar de algo que não nos agrade, não é mesmo? Errado! Às vezes gostamos do que nos convém.
Mas, eu pelo menos paro quando ouço alguém falar que ouve Led Zeppelin. Me perdoem os demais, mas ouvir Led Zeppelin faz de uma pessoa alguém melhor (risos), não posso perder a piada pessoal, eu nunca perco. Se acostumem. Ou não. Se não gostarem da idéia de se acostumar.
Daí, vem alguém e diz que é legal conhecer pessoas que não são normais, mas eu sou "normal" ora essas, pelo menos no meu conceito sou alguém perfeitamente "normal". Bobagem, ser normal é mesmo chato, me lembro da primeira vez que me disseram que eu era misterioso, fiquei me sentindo. No normal não há mistério, não há novidades, é tudo monótono, sempre tudo do mesmo jeito. Mas daí adorar a loucura é um tanto quanto exagerado, mas é bom ser louco de vez em quando.
Mas não dá pra ser louco demais, porque as pessoas pensam diferente dos loucos, fazem julgamentos onde não existe direito de defesa. E é esse o problema: pensar. Nem todo mundo pensa. Sobre coisas básicas (risos), tipo: quem somos? Qual o porquê de tudo que nos cerca? Pensar nisso não é tão simples, gente que pensou nisso ocasionalmente teve três destinos possíveis: enlouqueceu; ficou famoso e recebeu o "título" de filósofo; ou ficou louco e virou filósofo (risos). As pessoas aceitam demais verdades absolutas, e nada é absoluto, creio que tudo é mutável, tudo tem seu tempo.
Mas e limites? É importante ter limites. Mas em que aspecto, particularmente acho que limitar o pensamento - ou um sentimento - nos leva a uma vida comum, e se queremos fugir do comum temos que ser diferentes. Os limites devem ficar para atitudes, atos em si. Cada situação, significados e atitudes diferentes, acho que é por aí. E somos nós, os donos das atitudes que ditamos quais são os limites, sem essa de padrões sociais que a maioria das pessoas segue como uma cartilha de escola que já faliu a muito tempo.
E somos nós os policiais de nós mesmos, estabelecemos os limites, e precisamos nos preocupar em obedecê-los. É quando, muitas vezes, obrigação e necessidade se confundem. É difícil admitir mas chega uma hora que temos a necessidade de estabelecer limites e se torna uma obrigação cumpri-los. Compromisso ou necessidade? Eu acho que é necessidade, o compromisso nos dá uma escolha, podemos desmarcar uma reunião, manter ou não a palavra, acho que parte de cada um, mas quando se é obrigado, não se tem escolha - ou tem, alguém já viu "O Advogado do Diabo"?
Se alguém conseguir tirar algum proveito disso tudo, eu vou começar a acreditar que estou ficando bom nisso de escrever.
Abraço. Boa leitura.
Texto revisado pela sempre furona e sem tempo: Cláudia Brito.
e para efeito de comentário... o texto sempénemcabeça ficou ótimo, uma outra conversa de botas batidas... com um outro personagem :)
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