Ele e Ela
E ela foi passando
E ele a olhando sorriu
E ela sorrindo partiu
E ele ficou pensando
Dias e noites passaram
Chuvas finas caíram
Algumas flores abriram
Noites e dias passaram
E de repente se encontraram
Cruzaram palavras soltas
Cheios de intenções outras
E de repente se conversaram
Uma conversa 'distante'
Mas em breve concluída
E antes da sua partida
Ele a deixou importante
Mostrando postagens com marcador poesias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesias. Mostrar todas as postagens
17 de novembro de 2010
7 de novembro de 2010
Inspiração
Inspiração
E a fase de poeta tem voltado,
O estado, de graça, ficado
Em verso e rima poetiso,
Sentimentos e emoções eternizo
Desde a primavera colorida
Passando pelo verão ardente
No outono, das flores: a caída
Até o inverno que frio sente
Passa a poesia cheia de vida
E inspira o poeta em sua mente
E a fase de poeta tem voltado,
O estado, de graça, ficado
Em verso e rima poetiso,
Sentimentos e emoções eternizo
Desde a primavera colorida
Passando pelo verão ardente
No outono, das flores: a caída
Até o inverno que frio sente
Passa a poesia cheia de vida
E inspira o poeta em sua mente
Marcadores:
poesias
3 de novembro de 2010
Saudade, Saudade
Saudade, Saudade
Pense numa saudade danada
Numa saudade sem rima
Que sinto da minha menina
A quem eu chamo de amada
Saudade vivida, sentida
Uma canção cheia de melodia
Canção de amor e de alegria
Cantada na hora da partida
E o trem se foi veloz
Quase rasgando o vento
Ligeiro como pensamento
Só deixou saudade em nós
Pense numa saudade danada
Numa saudade sem rima
Que sinto da minha menina
A quem eu chamo de amada
Saudade vivida, sentida
Uma canção cheia de melodia
Canção de amor e de alegria
Cantada na hora da partida
E o trem se foi veloz
Quase rasgando o vento
Ligeiro como pensamento
Só deixou saudade em nós
Marcadores:
amor,
lembranças,
poesias
2 de novembro de 2010
Mais Uma Poesia
Mais uma poesia
Mais uma poesia
Sem querer cheia de saudade
E também de alegria
Pés descalços na areia
No rosto bate a maresia
No peito a paixão incendeia
Saudade dela
Pensando nela
Querendo estar com
Ela
Mais uma poesia
Sem querer cheia de saudade
E também de alegria
Pés descalços na areia
No rosto bate a maresia
No peito a paixão incendeia
Saudade dela
Pensando nela
Querendo estar com
Ela
Marcadores:
lembranças,
poesias
27 de outubro de 2010
Sorriso Aquarela
Sorriso Aquarela
Olha ela, olha ela
Um sorriso tão incrível
Em tons de aquarela
Olha ela, olha ela
Um sorriso tão incrível
Em tons de aquarela
Marcadores:
poesias
25 de outubro de 2010
Bobagem
Bobagem
Feito bobo
Bobo feito
Um sorriso
Um abrigo no seu peito
Teu carinho
Teu afago é perfeito
Feito bobo
Bobo feito
Um sorriso
Um abrigo no seu peito
Teu carinho
Teu afago é perfeito
Marcadores:
lembranças,
poesias
1 de junho de 2010
De Vez em Sempre
E de vez em quando
No circo
Na multidão
Sem rumo
Sem direção
Me sobram partidos
Altos e baixos
E bate um vento
No relento
Na solidão
E nela me lembro
Do sorriso
Do riso
Incrivelmente
Incrível
Seu
Para mim
Espero
Desejo
Um beijo
Abraço. Boa leitura.
P.S.: Há quanto tempo eu não escrevia uma poesia aqui? Acho que foi dia 21 de Dezembro. E foi pra ela também.
No circo
Na multidão
Sem rumo
Sem direção
Me sobram partidos
Altos e baixos
E bate um vento
No relento
Na solidão
E nela me lembro
Do sorriso
Do riso
Incrivelmente
Incrível
Seu
Para mim
Espero
Desejo
Um beijo
Abraço. Boa leitura.
P.S.: Há quanto tempo eu não escrevia uma poesia aqui? Acho que foi dia 21 de Dezembro. E foi pra ela também.
Marcadores:
amor,
lembranças,
poesias
21 de dezembro de 2009
0 [Zero]
A música parou
Não há ruído
O copo está vazio
Secou
Os leões encaram
Sem medo
O gatilho emperrou
Gritaram
Sentei no alto mais alto
Com um bandolim quebrado
Tentando adivinhar
A canção a surgir
O Sol se pôs a fugir
Não consegui
E então perguntei:
-Zero.
Abraço. Boa leitura.
Não há ruído
O copo está vazio
Secou
Os leões encaram
Sem medo
O gatilho emperrou
Gritaram
Sentei no alto mais alto
Com um bandolim quebrado
Tentando adivinhar
A canção a surgir
O Sol se pôs a fugir
Não consegui
E então perguntei:
-Zero.
Abraço. Boa leitura.
10 de novembro de 2009
Poesia de Irmãos III
Poesia de Irmãos III
E então irmã, poetisamos?
Transformando em poesias
Nossos sonhos e fantasias
E o amor que desejamos
Creio que tenho o amor
só é preciso regar
pra nao deixar essa flor
um dia vir a secar
Então siga em frente
Porque não é todo dia
De chuva ou de calmaria
Que ele tá na porta da gente
Isso sei, e agora
Deixo o tempo agir
Pra mágoa ir embora
E o amor voltar a sorrir
Assim logo espero
Ver seu sorriso sincero
Cheio de canto e poesia
Me trazendo grande alegria
Agradeço o desejo
E recebo de peito aberto
Te mando um carinhoso beijo
Como se fosse de perto
Te mando meu forte abraço
Que atravesse todo o espaço
Passando estrelas e cometas
Mil sóis, dez mil planetas
E te traga um presente
Essa amizade da gente
Esculpida com paixão
Numa tal constelação
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
Veja também:
Poesia de Irmãos
Poesia de Irmãos II
E então irmã, poetisamos?
Transformando em poesias
Nossos sonhos e fantasias
E o amor que desejamos
Creio que tenho o amor
só é preciso regar
pra nao deixar essa flor
um dia vir a secar
Então siga em frente
Porque não é todo dia
De chuva ou de calmaria
Que ele tá na porta da gente
Isso sei, e agora
Deixo o tempo agir
Pra mágoa ir embora
E o amor voltar a sorrir
Assim logo espero
Ver seu sorriso sincero
Cheio de canto e poesia
Me trazendo grande alegria
Agradeço o desejo
E recebo de peito aberto
Te mando um carinhoso beijo
Como se fosse de perto
Te mando meu forte abraço
Que atravesse todo o espaço
Passando estrelas e cometas
Mil sóis, dez mil planetas
E te traga um presente
Essa amizade da gente
Esculpida com paixão
Numa tal constelação
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
Veja também:
Poesia de Irmãos
Poesia de Irmãos II
Marcadores:
lembranças,
poesias,
vida
4 de novembro de 2009
Poesia de Irmãos II
Poesia de Irmãos II
Há tantas milhas irmã minha
Está você e seu encanto
Que afaga o meu pranto
E ao meu lado caminha
Tão distante irmão meu
Está você e seu talento
Brindando o amor que nasceu
Sem deixar ressentimento
Em qualquer lugar estão amores
No campo são como as flores
Nos mares como os golfinhos
E no céu como os passarinhos
Assim o amor não nasce então
Floresce, saltita e voa
E quando passar a garoa
Repousará num coração
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
P.S.:E ela que disse que ia colocar no blog dela também, ainda estou esperando.
Há tantas milhas irmã minha
Está você e seu encanto
Que afaga o meu pranto
E ao meu lado caminha
Tão distante irmão meu
Está você e seu talento
Brindando o amor que nasceu
Sem deixar ressentimento
Em qualquer lugar estão amores
No campo são como as flores
Nos mares como os golfinhos
E no céu como os passarinhos
Assim o amor não nasce então
Floresce, saltita e voa
E quando passar a garoa
Repousará num coração
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
P.S.:E ela que disse que ia colocar no blog dela também, ainda estou esperando.
Marcadores:
amor,
lembranças,
liberdade,
poesias
3 de novembro de 2009
Aquarela
Aquarela
Eu podia ter ficado
Vendo a novela
E sem conhecer ela
Eu podia ter calado
Quando sua voz bela
Me pareceu tagarela
Mas resolvi seguir
Responder e inquirir
E mesmo sem provocar
Muito menos insinuar
(Nem eu e nem ela)
Pintamos nossa aquarela
Mas e no fim então?
Formamos um belo par?
Alguma coisa pra cantar
Um amor ou uma canção
Abraço. Boa leitura.
Eu podia ter ficado
Vendo a novela
E sem conhecer ela
Eu podia ter calado
Quando sua voz bela
Me pareceu tagarela
Mas resolvi seguir
Responder e inquirir
E mesmo sem provocar
Muito menos insinuar
(Nem eu e nem ela)
Pintamos nossa aquarela
Mas e no fim então?
Formamos um belo par?
Alguma coisa pra cantar
Um amor ou uma canção
Abraço. Boa leitura.
Marcadores:
amor,
lembranças,
liberdade,
poesias
29 de outubro de 2009
Poesia de Irmãos
Escrita em conjunto, separados por uma distância de 180 quilometros, mas tão próximos quanto dois lados de uma mesma moeda. Saudades irmã.
Mas minha irmã e então
Vais comigo escrever
Ou permanecerá só a ler
As palavras com emoção
E poderei dizer não
A quem sabe fazer
Das palavras, do viver
Uma grande inspiração?
Oras isso é de família
Sair por aí escrevendo
Linhas tortas, só se vendo
Continuemos a partilha
Das palavras, dos dizeres
Esquecendo os afazeres
Ah..quem me dera
Fugir para uma ilha
Os deveres esquecendo
Os dizeres escrevendo
Pro resto da minha vida
Avante então sem medo
Tiro uma ilha da cartola
E num estalar do dedo
Cantarolo e toco viola
E te acompanho no canto
Na rima com teu violão,
Faço cara de espanto,
Crio nova canção.
Mas tenha calma sem demora
Pois lembrei mesmo agora
Que mesmo mágico de cartola
Nunca aprendi a tocar viola
Assim num empate ficamos
Você toca a viola
E juntos nós cantamos
Se queres, assim será
Cantemos como um sabiá
Que pela serra voa
Sobre o frade de coroa
De espinhos no sertão
Esse som que agora ecoa
Transformado em canção
Do sertão aos sete mares
Espalho o canto pelos ares
Traio o Sol e beijo a Lua
E vejo a montanha nua
Verdejante como era
Caio ao chão que insinua
A mais bela primavera
Me alegro se cantares
Tudo aquilo que sonhares
Dentro da mente tua
O astro que agora atua
Já partimos minha irmã
Mas espero poder seguir
E escrever outro porvir
Qualquer dia de amanhã
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
Mas minha irmã e então
Vais comigo escrever
Ou permanecerá só a ler
As palavras com emoção
E poderei dizer não
A quem sabe fazer
Das palavras, do viver
Uma grande inspiração?
Oras isso é de família
Sair por aí escrevendo
Linhas tortas, só se vendo
Continuemos a partilha
Das palavras, dos dizeres
Esquecendo os afazeres
Ah..quem me dera
Fugir para uma ilha
Os deveres esquecendo
Os dizeres escrevendo
Pro resto da minha vida
Avante então sem medo
Tiro uma ilha da cartola
E num estalar do dedo
Cantarolo e toco viola
E te acompanho no canto
Na rima com teu violão,
Faço cara de espanto,
Crio nova canção.
Mas tenha calma sem demora
Pois lembrei mesmo agora
Que mesmo mágico de cartola
Nunca aprendi a tocar viola
Assim num empate ficamos
Você toca a viola
E juntos nós cantamos
Se queres, assim será
Cantemos como um sabiá
Que pela serra voa
Sobre o frade de coroa
De espinhos no sertão
Esse som que agora ecoa
Transformado em canção
Do sertão aos sete mares
Espalho o canto pelos ares
Traio o Sol e beijo a Lua
E vejo a montanha nua
Verdejante como era
Caio ao chão que insinua
A mais bela primavera
Me alegro se cantares
Tudo aquilo que sonhares
Dentro da mente tua
O astro que agora atua
Já partimos minha irmã
Mas espero poder seguir
E escrever outro porvir
Qualquer dia de amanhã
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
Marcadores:
lembranças,
poesias,
tempo,
vida
24 de outubro de 2009
Dormir em Paz
Dormir em Paz
Hoje
Eu vou dormir
Em paz
Sem paz
Sempre lembro
Sempre
Nunca
E talvez
Não lembro
Assistindo corridas
De carro
Ao olhar fotografias
Repartidas
Ao ver aquele filme
De amor
E perder no banco
Imobiliário
E talvez
Não lembres
Nunca
Sempre
Sempre lembres
Sem paz
Em paz
Deite
Durma
Abraço. Boa leitura.
Hoje
Eu vou dormir
Em paz
Sem paz
Sempre lembro
Sempre
Nunca
E talvez
Não lembro
Assistindo corridas
De carro
Ao olhar fotografias
Repartidas
Ao ver aquele filme
De amor
E perder no banco
Imobiliário
E talvez
Não lembres
Nunca
Sempre
Sempre lembres
Sem paz
Em paz
Deite
Durma
Abraço. Boa leitura.
Marcadores:
lembranças,
poesias,
tempo
3 de outubro de 2009
O Amor Que Eu Tenho
O Amor Que Eu Tenho
Eu roubei
A lua
Para
Você
Roubou
O amor
Que eu tinha
Te daria mais
Além da lua
As estrelas
o céu
O Sol
E o amor
Que eu tinha
Agora é tarde
Você partiu
Fugiu?
Mentiu?
Não sei
Mas saiu
Ficou o amor
Que eu tenho
E eu chorei
Virei a noite
Depois o dia
E outras noites
E outros dias
Tentando esquecer
Sem precisar
Do amor
Que eu tenho
Na verdade
Não preciso
Que ame
Ou odeie
Que me tenha
Ou me evite
A mão que afaga
É a mão que mata
O amor
Que eu tinha
O amor
Que eu tenho
Não é seu
Me pertence
Acabou?
Tudo bem
Eu já vou
Indo
Vindo
Pra onde?
De onde?
Abraço. Boa leitura.
Eu roubei
A lua
Para
Você
Roubou
O amor
Que eu tinha
Te daria mais
Além da lua
As estrelas
o céu
O Sol
E o amor
Que eu tinha
Agora é tarde
Você partiu
Fugiu?
Mentiu?
Não sei
Mas saiu
Ficou o amor
Que eu tenho
E eu chorei
Virei a noite
Depois o dia
E outras noites
E outros dias
Tentando esquecer
Sem precisar
Do amor
Que eu tenho
Na verdade
Não preciso
Que ame
Ou odeie
Que me tenha
Ou me evite
A mão que afaga
É a mão que mata
O amor
Que eu tinha
O amor
Que eu tenho
Não é seu
Me pertence
Acabou?
Tudo bem
Eu já vou
Indo
Vindo
Pra onde?
De onde?
Abraço. Boa leitura.
Marcadores:
amor,
lembranças,
poesias,
vida
2 de outubro de 2009
Mil Vidas e um Amor
Mil Vidas e um Amor
Passos
Passo
Passa
O tempo
Passatempo
Diversão
Sem sentido
Ecos mudos
Ouçam surdos
Surdos
Surdo
Tambor
Tambores
Rufam sem som
Olhos
Olho
Olha
Chora
Lágrimas
Pranto
Pronto por nada
Coração
Pulsando
Pulando
Batendo
Doendo
Morrendo
De dor sem amor
Sentindo
Sentido
Sentida
Partida
Quebrada
Despedaçada
Sem pedaços
Em mil
Pedaços
Partes
Parte
À parte
Aparte
Fale
Ouça
Veja
Seja
Sinta
Viva
Não
Sem vida
Mas
Cem vidas
Mil vidas
E
Um amor
Abraço. Boa leitura.
Passos
Passo
Passa
O tempo
Passatempo
Diversão
Sem sentido
Ecos mudos
Ouçam surdos
Surdos
Surdo
Tambor
Tambores
Rufam sem som
Olhos
Olho
Olha
Chora
Lágrimas
Pranto
Pronto por nada
Coração
Pulsando
Pulando
Batendo
Doendo
Morrendo
De dor sem amor
Sentindo
Sentido
Sentida
Partida
Quebrada
Despedaçada
Sem pedaços
Em mil
Pedaços
Partes
Parte
À parte
Aparte
Fale
Ouça
Veja
Seja
Sinta
Viva
Não
Sem vida
Mas
Cem vidas
Mil vidas
E
Um amor
Abraço. Boa leitura.
1 de outubro de 2009
Na Janela
Na Janela
Passei a tarde inteira
Na janela
Observando uma cobra
Naja
Nela eu via a dor
Via motivos
Cem motivos
Sem motivos
Pra chorar
Por amor
Meu amor
Não me traga a dor
Pouco importa
O que digam os outros
Se falam de mal
Ou de bem
Não vem
Não tem
chance
Olho pros lados
Pra frente
Pra trás
E tudo
Sua lembrança
Me traz
Então deixa
Deixa eu ir
Procurar uma gueixa
Que não se queixa
Nem se fecha
Mas que não me ama
E então
O que importa
Fechasse a porta
Bateu
Na minha cara
Minha cara
Mas não tem culpo
A culpa
Minha
Sua
Não!
Nossa!
E com ela
Não há quem possa
Abraço. Boa leitura.
Passei a tarde inteira
Na janela
Observando uma cobra
Naja
Nela eu via a dor
Via motivos
Cem motivos
Sem motivos
Pra chorar
Por amor
Meu amor
Não me traga a dor
Pouco importa
O que digam os outros
Se falam de mal
Ou de bem
Não vem
Não tem
chance
Olho pros lados
Pra frente
Pra trás
E tudo
Sua lembrança
Me traz
Então deixa
Deixa eu ir
Procurar uma gueixa
Que não se queixa
Nem se fecha
Mas que não me ama
E então
O que importa
Fechasse a porta
Bateu
Na minha cara
Minha cara
Mas não tem culpo
A culpa
Minha
Sua
Não!
Nossa!
E com ela
Não há quem possa
Abraço. Boa leitura.
Marcadores:
amor,
lembranças,
poesias,
vida
29 de setembro de 2009
Lá Vem o Trem
Lá Vem o Trem
Se há treva
Não se atreva
Pare
Olhe
Escute
Lá vem
O trem
Da vida
Não para
Nem passa
Nem cobra passagem
Só vem
Vindo
Sem parar
E sem chegar
Quem é o maquinista?
Quem é o maquinista?
Onde está o maquinista?
Abraço. Boa leitura.
Se há treva
Não se atreva
Pare
Olhe
Escute
Lá vem
O trem
Da vida
Não para
Nem passa
Nem cobra passagem
Só vem
Vindo
Sem parar
E sem chegar
Quem é o maquinista?
Quem é o maquinista?
Onde está o maquinista?
Abraço. Boa leitura.
24 de setembro de 2009
Amoreal
Amoreal
Queria poder voar pra bem longe
Para o alto
Avante
Amante
Não amore
Nem chore
Sem destino
Sem perigo
Simplesmente voar
E nunca mais parar
Sem medo de cair
Ou de errar
Cruzar a ponte caída
Sentir o vento sarar
:
A ferida
Sem aferir
A força do vento
E o seu
Peso
Com pesar
Vou partir
E voar
Na névoa
Branca
Límpida
Brilhante
Cristalina
Como um cristal
Cortante, mortal
Quem é você?
Não vem me dizer
Não quero saber
Nem esquecer
Do esquecimento
Ou do pensamento
Menos ainda
Do sentimento
:
Humor
O mor
Há mor
Amor
Abraço. Boa leitura.
Queria poder voar pra bem longe
Para o alto
Avante
Amante
Não amore
Nem chore
Sem destino
Sem perigo
Simplesmente voar
E nunca mais parar
Sem medo de cair
Ou de errar
Cruzar a ponte caída
Sentir o vento sarar
:
A ferida
Sem aferir
A força do vento
E o seu
Peso
Com pesar
Vou partir
E voar
Na névoa
Branca
Límpida
Brilhante
Cristalina
Como um cristal
Cortante, mortal
Quem é você?
Não vem me dizer
Não quero saber
Nem esquecer
Do esquecimento
Ou do pensamento
Menos ainda
Do sentimento
:
Humor
O mor
Há mor
Amor
Abraço. Boa leitura.
18 de setembro de 2009
A Lua

A Lua
A Lua encantadora
que ilumina o céu.
A Lua inspiradora
que faz do poeta amante.
A Lua majestosa
como um coração pulsante.
A Lua nebulosa
de nuvens como um véu.
A eterna Lua
para o eterno Cristal.
Abraço. Boa leitura.
6 de setembro de 2009
O Poeta e o Cancioneiro
O Poeta e o Cancioneiro
Dias sim, dias não
A insônia me atormenta
E a dor desorienta
Mas o que é do poeta sem dor
E do cancioneiro sem amor?
É preciso ir pra poder ficar
Só que eu fui longe demais
Será que consigo voltar atrás?
Mas o que é do poeta sem dor
E do cancioneiro sem amor?
Não feche seu coração pra mim
Não deixe nosso amor morrer
Não viva sem mim
Porque não vivo sem você
E o que é do poeta sem dor
E do cancioneiro sem amor?
Abraço. Boa leitura.
Dias sim, dias não
A insônia me atormenta
E a dor desorienta
Mas o que é do poeta sem dor
E do cancioneiro sem amor?
É preciso ir pra poder ficar
Só que eu fui longe demais
Será que consigo voltar atrás?
Mas o que é do poeta sem dor
E do cancioneiro sem amor?
Não feche seu coração pra mim
Não deixe nosso amor morrer
Não viva sem mim
Porque não vivo sem você
E o que é do poeta sem dor
E do cancioneiro sem amor?
Abraço. Boa leitura.
Marcadores:
amor,
lembranças,
poesias,
vida
Assinar:
Postagens (Atom)