No meio de tudo, no meio do nada, tanta gente ao seu redor que ele mais se sentia sozinho. As pessoas se cruzavam e nem se olhavam direito. As vozes, os sussurros, todos os sons, eram tão altos que não se podia ouvir.
Foi então que lá bem longe enxergou algo diferente, especial. E de repente ele podia ouvir algo parecido com uma voz amiga, um alento. Podia observar algo que apesar de tudo, o fitava mesmo que fosse apenas em essência.
Era uma rainha, ou pelo menos deveria ter sido. A mais bela escultura que jamais vira, era mais viva que qualquer das pessoas daquele lugar estranho. Ele a rodeou, a observou, feito louco chegou até mesmo a conversar com ela.
E então, em um surto da mais pura loucura, ele a beijou. E a rainha era como fogo, vermelha! E ela usava duas esmeraldas preciosas! E o gosto era de mel de abelha! E a rima se vestia de prosa!
E o fogo o queimou, o brilho das esmeraldas foi se indo, o gosto de mel, esse ficou, e ele que queria pensar uma rima, acabou escrevendo uma prosa. Embriagado pela loucura, foi deitando devagar e aos poucos despertando.
Ao abrir os olhos, olhou pela janela e vendo o muro da casa percebeu que estava no seu velho quarto. Mais um sonho estranho, sem explicação, daqueles que só ele podia entender. E a rainha, por onde andava? Pensava?
Abraço. Boa leitura.
P.S.: No título menção a uma música dos Engenheiros do Hawaii, tava com saudades de lembrá-los por aqui.
2 de novembro de 2009
1 de novembro de 2009
Velhos Hábitos
Velhos hábitos são como respirar, involuntariamente necessários. Mas como saber se nossos velhos hábitos estão velhos realmente? Como saber se já são involuntariamente necessários?
O dia estava amanhecendo e ele continuava com os mesmos velhos hábitos de sempre, falava sozinho, pensava em voz alta, levava a mão ao bolso e apanhava um cigarro, caminhava sem saber exatamente aonde seus passos o estavam levando, e continuava sempre pensando no que tinha acontecido na última noite. Mas dessa vez tinha sido uma surpresa boa.
Como falei há alguns dias, eu estava tentando parar de fumar, tentando atender um pedido especial, mas acho que queimar o cigarro e ver a fumaça subir se tornou um velho hábito, como pensar, respirar. Então, 11 dias e 23 horas depois eu resolvi desistir de parar. Velhos hábitos devem nos acompanhar, afinal são eles quem definem quem somos de verdade.
O cara de barba, dentes amarelos do cigarro, voz rouca das gritarias, usando um óculos aos pedaçoes e completamente embaçado, alguém que as pessoas costumavam contar muitas histórias, algumas eram mitos, outras nem tanto. E de repente, um olhar congelante, um sorriso ardente, e um beijo.
Estou vendo o futebol enquanto escrevo, e o meu time acaba de empatar, então, me permitam acabar antes do que gostaria, mas o futebol, as corridas de automóvel, são velhos hábitos de todos os homens.
Ele se foi, ela se foi. Por enquanto? Ou portanto? Ele se pergunta quando? E ela o que se pergunta?
Abraço. Boa leitura.
O dia estava amanhecendo e ele continuava com os mesmos velhos hábitos de sempre, falava sozinho, pensava em voz alta, levava a mão ao bolso e apanhava um cigarro, caminhava sem saber exatamente aonde seus passos o estavam levando, e continuava sempre pensando no que tinha acontecido na última noite. Mas dessa vez tinha sido uma surpresa boa.
Como falei há alguns dias, eu estava tentando parar de fumar, tentando atender um pedido especial, mas acho que queimar o cigarro e ver a fumaça subir se tornou um velho hábito, como pensar, respirar. Então, 11 dias e 23 horas depois eu resolvi desistir de parar. Velhos hábitos devem nos acompanhar, afinal são eles quem definem quem somos de verdade.
O cara de barba, dentes amarelos do cigarro, voz rouca das gritarias, usando um óculos aos pedaçoes e completamente embaçado, alguém que as pessoas costumavam contar muitas histórias, algumas eram mitos, outras nem tanto. E de repente, um olhar congelante, um sorriso ardente, e um beijo.
Estou vendo o futebol enquanto escrevo, e o meu time acaba de empatar, então, me permitam acabar antes do que gostaria, mas o futebol, as corridas de automóvel, são velhos hábitos de todos os homens.
Ele se foi, ela se foi. Por enquanto? Ou portanto? Ele se pergunta quando? E ela o que se pergunta?
Abraço. Boa leitura.
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29 de outubro de 2009
Poesia de Irmãos
Escrita em conjunto, separados por uma distância de 180 quilometros, mas tão próximos quanto dois lados de uma mesma moeda. Saudades irmã.
Mas minha irmã e então
Vais comigo escrever
Ou permanecerá só a ler
As palavras com emoção
E poderei dizer não
A quem sabe fazer
Das palavras, do viver
Uma grande inspiração?
Oras isso é de família
Sair por aí escrevendo
Linhas tortas, só se vendo
Continuemos a partilha
Das palavras, dos dizeres
Esquecendo os afazeres
Ah..quem me dera
Fugir para uma ilha
Os deveres esquecendo
Os dizeres escrevendo
Pro resto da minha vida
Avante então sem medo
Tiro uma ilha da cartola
E num estalar do dedo
Cantarolo e toco viola
E te acompanho no canto
Na rima com teu violão,
Faço cara de espanto,
Crio nova canção.
Mas tenha calma sem demora
Pois lembrei mesmo agora
Que mesmo mágico de cartola
Nunca aprendi a tocar viola
Assim num empate ficamos
Você toca a viola
E juntos nós cantamos
Se queres, assim será
Cantemos como um sabiá
Que pela serra voa
Sobre o frade de coroa
De espinhos no sertão
Esse som que agora ecoa
Transformado em canção
Do sertão aos sete mares
Espalho o canto pelos ares
Traio o Sol e beijo a Lua
E vejo a montanha nua
Verdejante como era
Caio ao chão que insinua
A mais bela primavera
Me alegro se cantares
Tudo aquilo que sonhares
Dentro da mente tua
O astro que agora atua
Já partimos minha irmã
Mas espero poder seguir
E escrever outro porvir
Qualquer dia de amanhã
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
Mas minha irmã e então
Vais comigo escrever
Ou permanecerá só a ler
As palavras com emoção
E poderei dizer não
A quem sabe fazer
Das palavras, do viver
Uma grande inspiração?
Oras isso é de família
Sair por aí escrevendo
Linhas tortas, só se vendo
Continuemos a partilha
Das palavras, dos dizeres
Esquecendo os afazeres
Ah..quem me dera
Fugir para uma ilha
Os deveres esquecendo
Os dizeres escrevendo
Pro resto da minha vida
Avante então sem medo
Tiro uma ilha da cartola
E num estalar do dedo
Cantarolo e toco viola
E te acompanho no canto
Na rima com teu violão,
Faço cara de espanto,
Crio nova canção.
Mas tenha calma sem demora
Pois lembrei mesmo agora
Que mesmo mágico de cartola
Nunca aprendi a tocar viola
Assim num empate ficamos
Você toca a viola
E juntos nós cantamos
Se queres, assim será
Cantemos como um sabiá
Que pela serra voa
Sobre o frade de coroa
De espinhos no sertão
Esse som que agora ecoa
Transformado em canção
Do sertão aos sete mares
Espalho o canto pelos ares
Traio o Sol e beijo a Lua
E vejo a montanha nua
Verdejante como era
Caio ao chão que insinua
A mais bela primavera
Me alegro se cantares
Tudo aquilo que sonhares
Dentro da mente tua
O astro que agora atua
Já partimos minha irmã
Mas espero poder seguir
E escrever outro porvir
Qualquer dia de amanhã
Fahad Mohammed & Natália Louise
Abraço. Boa leitura.
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28 de outubro de 2009
Tão Sutil Quanto uma Porta
Definitivamente não sou alguém sutil, não sou alguém que chega e passa despercebido. Principalmente porque mesmo magricela, tenho quase dois metros de altura, e isso chama tanta atenção quanto o gordo de 200 quilos que vemos de longe e ficamos apontando.
Sutileza.
Alguém já ouviu "Sutilmente", aquela música do Skank?
Não sei porque o título, que não faz jus a letra. Uma letra extravagante tratada com sutileza. Mas isso é o que chamam de poesia não é mesmo?
Não distante Renato Russo chama de "Sereníssima" aquela letra em que no primeiro verso ele se diz um "animal sentimental", mas não é o que somos todos, animais sentimentais?
Sutileza. Serenidade.
E então quando esperamos a insanidade profunda, numa música chamada "Bicho de 7 Cabeças", temos um sutil e sereno: "Cresça e desapareça".
Insanidade.
E assim é a música, uma caixinha de surpresas. Como a vida, que é uma caixinha de música. Mas e o que isso tem haver com o fato de que não sou uma pessoa sutil?
Abraço. Boa leitura.
P.S.: Ultimamente quando tento extrapolar alguns sentidos, nem eu mesmo entendo muita coisa no fim, acho que estou ficando um pouco perturbado.
Sutileza.
Alguém já ouviu "Sutilmente", aquela música do Skank?
Não sei porque o título, que não faz jus a letra. Uma letra extravagante tratada com sutileza. Mas isso é o que chamam de poesia não é mesmo?
Não distante Renato Russo chama de "Sereníssima" aquela letra em que no primeiro verso ele se diz um "animal sentimental", mas não é o que somos todos, animais sentimentais?
Sutileza. Serenidade.
E então quando esperamos a insanidade profunda, numa música chamada "Bicho de 7 Cabeças", temos um sutil e sereno: "Cresça e desapareça".
Insanidade.
E assim é a música, uma caixinha de surpresas. Como a vida, que é uma caixinha de música. Mas e o que isso tem haver com o fato de que não sou uma pessoa sutil?
Abraço. Boa leitura.
P.S.: Ultimamente quando tento extrapolar alguns sentidos, nem eu mesmo entendo muita coisa no fim, acho que estou ficando um pouco perturbado.
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27 de outubro de 2009
Brasil Mostra Sua Cara!!
"O que é mais relevante para o Brasil, transformar a segunda-feira de Carnaval no Dia Nacional da Oração ou reaproveitar a água das chuvas para limpeza dos prédios públicos?"
Esta pergunta chega a ser cretina, afinal a resposta é óbvia.
A surpresa está no fato de que a idéia de "canonizar" a segunda-feira de Carnaval partiu de um Deputado Federal, enquanto um jovem de 15 anos prôpos o reaproveitamento das águas das chuvas. Esse furo de reportagem eu vi no CQC desta última noite.
Ainda tem mais coisa engraçada.
"- Deputado [Ciro Gomes] quem o senhor acha que prôpos o reaproveitamento da água? - pergunta a repórter que eu nem sei o nome. - De um deputado ou de um adolescente?
- Do adolescente, óbvio!"
E viva o Brasil!
Ponto para todos os brasileiros estupidamente estúpidos que colocam gente da estirpe de José Genoíno no Congresso. Que colocam alguém que espera que se crie o "Dia do Corinthians". Que votam em quem sugere transformar a segunda-feira de Carnaval no Dia Nacional da Oração. Que acham que o reaproveitamento da água das chuvas é papel da empresa de abastecimento.
Enquanto isso, nas escolas, faculdades, becos, ruas, butecos, e qualquer outro lugar em que pessoas se reunam com frequência, não se discute sobre isso. O papo sempre é a mulher do vizinho, o gostoda cerveja, a rodada do fim de semana no Brasileirão, o tamanho da bunda da garçonete.
As vezes eu queria ser burro, pra não perceber as bizarrices que acontecem ao meu redor, mas infelizmente tenho que conviver com isso. Paciência.
Abraço. Boa leitura.
Esta pergunta chega a ser cretina, afinal a resposta é óbvia.
A surpresa está no fato de que a idéia de "canonizar" a segunda-feira de Carnaval partiu de um Deputado Federal, enquanto um jovem de 15 anos prôpos o reaproveitamento das águas das chuvas. Esse furo de reportagem eu vi no CQC desta última noite.
Ainda tem mais coisa engraçada.
"- Deputado [Ciro Gomes] quem o senhor acha que prôpos o reaproveitamento da água? - pergunta a repórter que eu nem sei o nome. - De um deputado ou de um adolescente?
- Do adolescente, óbvio!"
E viva o Brasil!
Ponto para todos os brasileiros estupidamente estúpidos que colocam gente da estirpe de José Genoíno no Congresso. Que colocam alguém que espera que se crie o "Dia do Corinthians". Que votam em quem sugere transformar a segunda-feira de Carnaval no Dia Nacional da Oração. Que acham que o reaproveitamento da água das chuvas é papel da empresa de abastecimento.
Enquanto isso, nas escolas, faculdades, becos, ruas, butecos, e qualquer outro lugar em que pessoas se reunam com frequência, não se discute sobre isso. O papo sempre é a mulher do vizinho, o gostoda cerveja, a rodada do fim de semana no Brasileirão, o tamanho da bunda da garçonete.
As vezes eu queria ser burro, pra não perceber as bizarrices que acontecem ao meu redor, mas infelizmente tenho que conviver com isso. Paciência.
Abraço. Boa leitura.
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26 de outubro de 2009
Tragos e tempos*
Passa das duas da manhã, eu trabalho às 8. Quero escrever mas não sei bem sobre o que. Hoje fiz umas leituras e algumas vezes me senti um idiota. Mas isso é outra história. O fato é que estou me cansando de começar a escrever e em seguida apagar tudo. Essa foi uma semana tranquila, pensei muito sobre um monte de coisas, e escrevi quase todos os dias. Algumas coisas estão aqui, outras não.
Estou tentando descobrir o que eu estou procurando de fato. O que está do outro lado da porta? Quem está do outro lado da porta?
Já fazem mais de oito dias que não acendo um cigarro. Atendendo a um pedido especial. E há pouco me deu vontade de fumar, eu não tinha cigarros, por isso não fumei, mas se tivesse, de certo teria acendido. Mas vou continuar tentando não acendê-los, seja por não os ter, ou por não querer.
Eu sinto saudades do cigarro, confesso. Foi assim da última vez, antes da minha avó morrer, passei seis meses sem fumar, um pouco mais na verdade, mas sempre tinha saudades de soprar aquela fumaça. Já tem quase um ano desde que minha avó morreu, o tempo passou tão rápido, e tão lento. Tudo depende da companhia.
As vezes, com o tempo lento, acendia um cigarro para apressá-lo. Outras com o tempo rápido, acendia um cigarro para retardá-lo. E seguia assim, acho que é daí a saudade. De poder passar o tempo, ou prender o tempo, de brincar com o tempo enquanto o cigarro queima.
E agora, como eu vou brincar com o tempo? Onde está meu companheiro mais compreensivo, meu parceiro mais fiel, meu ombro mais amigo? Certamente perdido em alguma prateleira de banca de jornal ou nos mostruários de uma tabacaria. E eu aqui, sem fumar, sem cigarro, servindo de brinquedo pro tempo.
Abraço. Boa leitura.
*Não foi premeditado o título, só coloco um depois que termino de escrever.
Estou tentando descobrir o que eu estou procurando de fato. O que está do outro lado da porta? Quem está do outro lado da porta?
Já fazem mais de oito dias que não acendo um cigarro. Atendendo a um pedido especial. E há pouco me deu vontade de fumar, eu não tinha cigarros, por isso não fumei, mas se tivesse, de certo teria acendido. Mas vou continuar tentando não acendê-los, seja por não os ter, ou por não querer.
Eu sinto saudades do cigarro, confesso. Foi assim da última vez, antes da minha avó morrer, passei seis meses sem fumar, um pouco mais na verdade, mas sempre tinha saudades de soprar aquela fumaça. Já tem quase um ano desde que minha avó morreu, o tempo passou tão rápido, e tão lento. Tudo depende da companhia.
As vezes, com o tempo lento, acendia um cigarro para apressá-lo. Outras com o tempo rápido, acendia um cigarro para retardá-lo. E seguia assim, acho que é daí a saudade. De poder passar o tempo, ou prender o tempo, de brincar com o tempo enquanto o cigarro queima.
E agora, como eu vou brincar com o tempo? Onde está meu companheiro mais compreensivo, meu parceiro mais fiel, meu ombro mais amigo? Certamente perdido em alguma prateleira de banca de jornal ou nos mostruários de uma tabacaria. E eu aqui, sem fumar, sem cigarro, servindo de brinquedo pro tempo.
Abraço. Boa leitura.
*Não foi premeditado o título, só coloco um depois que termino de escrever.
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24 de outubro de 2009
Dormir em Paz
Dormir em Paz
Hoje
Eu vou dormir
Em paz
Sem paz
Sempre lembro
Sempre
Nunca
E talvez
Não lembro
Assistindo corridas
De carro
Ao olhar fotografias
Repartidas
Ao ver aquele filme
De amor
E perder no banco
Imobiliário
E talvez
Não lembres
Nunca
Sempre
Sempre lembres
Sem paz
Em paz
Deite
Durma
Abraço. Boa leitura.
Hoje
Eu vou dormir
Em paz
Sem paz
Sempre lembro
Sempre
Nunca
E talvez
Não lembro
Assistindo corridas
De carro
Ao olhar fotografias
Repartidas
Ao ver aquele filme
De amor
E perder no banco
Imobiliário
E talvez
Não lembres
Nunca
Sempre
Sempre lembres
Sem paz
Em paz
Deite
Durma
Abraço. Boa leitura.
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22 de outubro de 2009
Comentários
A seguir uma compilação de comentários feitos por mim no blog de uma amiga muito especial, que está longe, nem tão longe, mas longe. Talvez, como sempre, fique sempénemcabeça.
Eu aprendi uma coisa, existe um jeito de não se decepcionar com as pessoas: não espere nada delas. Mas calma, num é bem assim. O que eu quero dizer é que não importa se o melhor amigo vai roubar o amor de nossas vidas, ou se ele irá nos magoar, ou se as pessoas vão rir de nós. Apenas faça justamente o que Deus pediu, ame ao próximo como a si mesmo, e sem esperar que o próximo o ame da mesma forma.
A melhor parte de todo desafio é superá-lo e poder dizer: "Qual é o próximo?"
No dia triste eu tinha alguém segurando na minha mão, era alguém muito importante pra mim, mas ouvir a voz de uma certa pessoa foi tanto quanto ou mais importante pra mim naquele dia.
E em outro dia ouvi um comentário curioso, e ainda não consegui entender, nem digerir, mas faz um pouco de sentido. Estava conversando com um conhecido, quando ele me disse: "Não é pecado pecar". E isso me intrigou.
"Acho que as pessoas deveriam preocupar-se mais em construir um mundo melhor para todos, do que em construir uma imagem própria melhor para o mundo".
Duas caras, duas vidas, três vidas, n-vidas (sequelas da engenharia, risos). Isso acontece justamente aliado ao que transcrevi acima, mas vamos caminhando e quem sabe um dia as coisas mudem.
Eu passei a acreditar que quando pegamos no próprio pé por estarmos sendo hipócritas, mais ainda quando mudamos nossas atitudes por causa disso, quer dizer que estamos no caminho certo.
Já imaginou o que seria de nós se nos não lembrassemos das coisas que passamos, se as coisas simplesmente fossem acontecendo e agente não tivesse nada pra lembrar? Não podemos esquecer, não seria justo com nós mesmos.
Sobre dizer adeus, na maioria das vezes em que nós dizemos adeus, no fundo no fundo não queremos fazê-lo, não queremos ficar longe da pessoa que estamos nos despedindo, pelo menos comigo é assim.
Percebi que de fato não somos muralhas, e que nem precisamos o ser, pois não se trata de ser invulnerável. Acho que somos muito mais parecidos com um bambu, ou pelo menos deveríamos ser, se trata de devermos estar preparados para qualquer coisa.
No mais, sorrir, sair do sério, chorar, não dá pra viver tudo ao mesmo tempo, mas temos que viver um pouco disso tudo, e aprender com tudo isso. O melhor de se enfrentar uma tempestade violenta é quando você olha pra trás e simplesmente acha que foi engraçado.
Abraço. Boa leitura.
Eu aprendi uma coisa, existe um jeito de não se decepcionar com as pessoas: não espere nada delas. Mas calma, num é bem assim. O que eu quero dizer é que não importa se o melhor amigo vai roubar o amor de nossas vidas, ou se ele irá nos magoar, ou se as pessoas vão rir de nós. Apenas faça justamente o que Deus pediu, ame ao próximo como a si mesmo, e sem esperar que o próximo o ame da mesma forma.
A melhor parte de todo desafio é superá-lo e poder dizer: "Qual é o próximo?"
No dia triste eu tinha alguém segurando na minha mão, era alguém muito importante pra mim, mas ouvir a voz de uma certa pessoa foi tanto quanto ou mais importante pra mim naquele dia.
E em outro dia ouvi um comentário curioso, e ainda não consegui entender, nem digerir, mas faz um pouco de sentido. Estava conversando com um conhecido, quando ele me disse: "Não é pecado pecar". E isso me intrigou.
"Acho que as pessoas deveriam preocupar-se mais em construir um mundo melhor para todos, do que em construir uma imagem própria melhor para o mundo".
Duas caras, duas vidas, três vidas, n-vidas (sequelas da engenharia, risos). Isso acontece justamente aliado ao que transcrevi acima, mas vamos caminhando e quem sabe um dia as coisas mudem.
Eu passei a acreditar que quando pegamos no próprio pé por estarmos sendo hipócritas, mais ainda quando mudamos nossas atitudes por causa disso, quer dizer que estamos no caminho certo.
Já imaginou o que seria de nós se nos não lembrassemos das coisas que passamos, se as coisas simplesmente fossem acontecendo e agente não tivesse nada pra lembrar? Não podemos esquecer, não seria justo com nós mesmos.
Sobre dizer adeus, na maioria das vezes em que nós dizemos adeus, no fundo no fundo não queremos fazê-lo, não queremos ficar longe da pessoa que estamos nos despedindo, pelo menos comigo é assim.
Percebi que de fato não somos muralhas, e que nem precisamos o ser, pois não se trata de ser invulnerável. Acho que somos muito mais parecidos com um bambu, ou pelo menos deveríamos ser, se trata de devermos estar preparados para qualquer coisa.
No mais, sorrir, sair do sério, chorar, não dá pra viver tudo ao mesmo tempo, mas temos que viver um pouco disso tudo, e aprender com tudo isso. O melhor de se enfrentar uma tempestade violenta é quando você olha pra trás e simplesmente acha que foi engraçado.
Abraço. Boa leitura.
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